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A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível

  A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível A solidão é, frequentemente, descrita como o mal do século. No entanto, muito antes de se tornar um tema central na psicologia moderna ou na sociologia contemporânea, a solidão já era uma questão profundamente enraizada na teologia e na filosofia religiosa. Mais especificamente, a "solidão da alma" — aquele vazio existencial que persiste mesmo em meio a multidões — tem sido interpretada não apenas como uma aflição, mas como um convite divino.  Neste artigo, exploraremos como duas grandes tradições de fé, o Judaísmo e o Protestantismo, compreendem a solidão da alma. Veremos como o silêncio, a aparente ausência de Deus e o isolamento existencial podem, paradoxalmente, ser o terreno mais fértil para uma aproximação genuína com o Criador, independentemente das circunstâncias visíveis. A Solidão Existencial e o Propósito Divino A sensação de estar sozinho no universo é uma experiência humana universal. No entanto, a espiritualidade ...

Nos trilhos do tempo

 



Nos trilhos do tempo


Erga-se comigo, nas asas do vento,

Enquanto descrevo um homem de alento.

Jesus, o messias, em seu manto de luz,

Um ser divino, que ao mundo conduz.


Seu nascimento, humilde e singelo,

Em uma manjedoura, envolto em anelo.

Em Belém, na cidade de Davi,

A esperança surgia, num choro de alegria.


Cresceu como menino, cheio de graça,

Sabedoria além do que se abraça.

Aos doze, no templo, maravilhou a todos,

Questionando e ensinando, dons sobre-humanos.


No rio Jordão, João o batizou,

A voz do céu, um testemunho soou.

O Espírito Santo, em forma de pomba,

Desceu sobre ele, luz que transforma.


Começou então sua missão divina,

Curando enfermos, trazendo a doutrina.

Multidões o seguiram, ouvindo seu chamado,

E os corações aflitos encontraram o fado.


Ele ensinou sobre amor e perdão,

Sobre compaixão e a salvação.

Nas parábolas, sabedoria transmitiu,

Amar ao próximo, virtude que aflui.


Com palavras simples, transformou mentes,

E nas águas revoltas, acalmou as correntes.

Milagres e prodígios, em cada passo seu,

Cegos enxergaram, e o coxo correu.


Na santa ceia, o pão partiu,

Um símbolo de amor, em gesto sutil.

O cálice de vinho, representando o sangue,

Da nova aliança, que na cruz se estrange.


No jardim das oliveiras, orou com fervor,

Sua angústia e dor, em gotas de suor.

Entregou-se à vontade do Pai,

Por amor à humanidade, num ato de imensidão.


Traído por um beijo, preso e julgado,

Os açoites e espinhos, seu corpo marcado.

Caminhou rumo ao calvário, coroa de espinhos,

Lágrimas dos céus, trovões e clarões.


Na cruz, seu corpo estendeu,

Entre dois ladrões, inocente sofreu.

Gritou em agonia, "Pai, perdoa-lhes",

Seu último suspiro, amor que nos contém.


A terra tremeu, o véu se rasgou,

A morte não o segurou, pois ressuscitou.

Triunfante sobre o túmulo vazio,

Vida eterna nos trouxe, sorriso e alívio.


Ascendeu aos céus, à direita do Pai,

Prometeu voltar, num novo porvir.

Jesus, o filho de Deus, nossa esperança,

Em seu nome, há paz e abundância.


Em cada sermão, em cada palavra,

A mensagem de amor e salvação que não se cala.

No blog que escrevo, compartilho essa luz,

A grandiosidade de Jesus

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