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Destaques

Eternidade

  "Respondeu Jesus: "Digo-lhes a verdade: Ninguém que tenha deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, ou campos, por causa de mim e do evangelho, deixará de receber cem vezes mais já no tempo presente casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, e com eles perseguição; e, na era futura, a vida eterna." (Marcos 10:29-30) No filme Gladiador, Maximus Decimus Meridius, levando suas tropas para a batalha, declarou: "O que fazemos em vida ecoa na eternidade." Essa é uma afirmação verdadeira. O que fazemos em vida ecoa na eternidade. Agimos como se tudo o que pode ser feito devesse ser feito durante nossa vida na terra, e temos de fazer tudo o que pudermos com o nosso tempo, habilidades e recursos. Há um grande elemento de verdade nisso, porque nós certamente não queremos desperdiçar as nossas vidas. E quando a vida é interrompida ou dificultada por uma deficiência ou uma doença, quando uma criança ou um jovem morre, pensamos: Que tragédia! Que perda! Depois, há ...

Nos trilhos do tempo

 



Nos trilhos do tempo


Erga-se comigo, nas asas do vento,

Enquanto descrevo um homem de alento.

Jesus, o messias, em seu manto de luz,

Um ser divino, que ao mundo conduz.


Seu nascimento, humilde e singelo,

Em uma manjedoura, envolto em anelo.

Em Belém, na cidade de Davi,

A esperança surgia, num choro de alegria.


Cresceu como menino, cheio de graça,

Sabedoria além do que se abraça.

Aos doze, no templo, maravilhou a todos,

Questionando e ensinando, dons sobre-humanos.


No rio Jordão, João o batizou,

A voz do céu, um testemunho soou.

O Espírito Santo, em forma de pomba,

Desceu sobre ele, luz que transforma.


Começou então sua missão divina,

Curando enfermos, trazendo a doutrina.

Multidões o seguiram, ouvindo seu chamado,

E os corações aflitos encontraram o fado.


Ele ensinou sobre amor e perdão,

Sobre compaixão e a salvação.

Nas parábolas, sabedoria transmitiu,

Amar ao próximo, virtude que aflui.


Com palavras simples, transformou mentes,

E nas águas revoltas, acalmou as correntes.

Milagres e prodígios, em cada passo seu,

Cegos enxergaram, e o coxo correu.


Na santa ceia, o pão partiu,

Um símbolo de amor, em gesto sutil.

O cálice de vinho, representando o sangue,

Da nova aliança, que na cruz se estrange.


No jardim das oliveiras, orou com fervor,

Sua angústia e dor, em gotas de suor.

Entregou-se à vontade do Pai,

Por amor à humanidade, num ato de imensidão.


Traído por um beijo, preso e julgado,

Os açoites e espinhos, seu corpo marcado.

Caminhou rumo ao calvário, coroa de espinhos,

Lágrimas dos céus, trovões e clarões.


Na cruz, seu corpo estendeu,

Entre dois ladrões, inocente sofreu.

Gritou em agonia, "Pai, perdoa-lhes",

Seu último suspiro, amor que nos contém.


A terra tremeu, o véu se rasgou,

A morte não o segurou, pois ressuscitou.

Triunfante sobre o túmulo vazio,

Vida eterna nos trouxe, sorriso e alívio.


Ascendeu aos céus, à direita do Pai,

Prometeu voltar, num novo porvir.

Jesus, o filho de Deus, nossa esperança,

Em seu nome, há paz e abundância.


Em cada sermão, em cada palavra,

A mensagem de amor e salvação que não se cala.

No blog que escrevo, compartilho essa luz,

A grandiosidade de Jesus

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