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A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível

  A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível A solidão é, frequentemente, descrita como o mal do século. No entanto, muito antes de se tornar um tema central na psicologia moderna ou na sociologia contemporânea, a solidão já era uma questão profundamente enraizada na teologia e na filosofia religiosa. Mais especificamente, a "solidão da alma" — aquele vazio existencial que persiste mesmo em meio a multidões — tem sido interpretada não apenas como uma aflição, mas como um convite divino.  Neste artigo, exploraremos como duas grandes tradições de fé, o Judaísmo e o Protestantismo, compreendem a solidão da alma. Veremos como o silêncio, a aparente ausência de Deus e o isolamento existencial podem, paradoxalmente, ser o terreno mais fértil para uma aproximação genuína com o Criador, independentemente das circunstâncias visíveis. A Solidão Existencial e o Propósito Divino A sensação de estar sozinho no universo é uma experiência humana universal. No entanto, a espiritualidade ...

PERDAS

"Este homem lhes foi entregue por propósito determinado e pré-conhecimento de Deus; e vocês, com a ajuda de homens perversos, o mataram, pregando-o na cruz. Mas Deus o ressuscitou dos mortos, rompendo os laços da morte, porque era impossível que a morte o retivesse." (Atos 2:23-24)


Se você já perdeu alguém de repente, de forma inesperada, sabe exatamente o quanto isso é devastador.

Machuca por dentro.

Você nem sequer sabe se será capaz de sobreviver.

Parece até pior que a morte.

Isto é o que os seguidores de Jesus sentiram quando Ele foi tirado deles e assassinado a sangue frio diante de seus olhos.

Podemos conhecer toda a história da morte e ressurreição de Jesus, mas esses seguidores de Jesus do primeiro século estavam vivenciando isso em tempo real.

Tinham esperança de que Jesus iria estabelecer Seu reino na Terra e que eles iriam governar e reinar com Ele.

Ele era o seu Senhor.
Ele era o seu Mestre.
Ele era tudo para eles.

E então, de repente, de forma inesperada, sem entender o por quê, Ele foi traído por um de seus próprios seguidores.
E quando Jesus disse na cruz: "Está consumado!", isso foi o que eles sentiram.

Tinha acabado.
O sonho tinha terminado.
O fim tinha chegado.

Mas isso foi, na verdade, apenas o começo.
Tudo estava indo de acordo com o plano, o plano de Deus.

A encarnação tinha como propósito a expiação.
Jesus nasceu para morrer para que pudéssemos viver.

Quando os sábios vieram e trouxeram seus presentes de ouro, incenso e mirra para o Menino Jesus, cada um daqueles presentes tinha um significado.

Eles trouxeram ouro, porque ele era um rei.
Trouxeram incenso, porque Ele seria o nosso sumo sacerdote, representando-nos diante de Deus.

E, finalmente, a mirra era um elemento usado no embalsamamento, porque Jesus morreria pelos pecados do mundo.

Muito tem sido dito sobre quem foi o responsável pela morte de Jesus Cristo.

Mas foi plano deliberado e bem pensado de Deus que Jesus morresse e ressuscitasse.



Greg Laurie 






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