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Destaques

Eternidade

  "Respondeu Jesus: "Digo-lhes a verdade: Ninguém que tenha deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, ou campos, por causa de mim e do evangelho, deixará de receber cem vezes mais já no tempo presente casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, e com eles perseguição; e, na era futura, a vida eterna." (Marcos 10:29-30) No filme Gladiador, Maximus Decimus Meridius, levando suas tropas para a batalha, declarou: "O que fazemos em vida ecoa na eternidade." Essa é uma afirmação verdadeira. O que fazemos em vida ecoa na eternidade. Agimos como se tudo o que pode ser feito devesse ser feito durante nossa vida na terra, e temos de fazer tudo o que pudermos com o nosso tempo, habilidades e recursos. Há um grande elemento de verdade nisso, porque nós certamente não queremos desperdiçar as nossas vidas. E quando a vida é interrompida ou dificultada por uma deficiência ou uma doença, quando uma criança ou um jovem morre, pensamos: Que tragédia! Que perda! Depois, há ...

PERDAS

"Este homem lhes foi entregue por propósito determinado e pré-conhecimento de Deus; e vocês, com a ajuda de homens perversos, o mataram, pregando-o na cruz. Mas Deus o ressuscitou dos mortos, rompendo os laços da morte, porque era impossível que a morte o retivesse." (Atos 2:23-24)


Se você já perdeu alguém de repente, de forma inesperada, sabe exatamente o quanto isso é devastador.

Machuca por dentro.

Você nem sequer sabe se será capaz de sobreviver.

Parece até pior que a morte.

Isto é o que os seguidores de Jesus sentiram quando Ele foi tirado deles e assassinado a sangue frio diante de seus olhos.

Podemos conhecer toda a história da morte e ressurreição de Jesus, mas esses seguidores de Jesus do primeiro século estavam vivenciando isso em tempo real.

Tinham esperança de que Jesus iria estabelecer Seu reino na Terra e que eles iriam governar e reinar com Ele.

Ele era o seu Senhor.
Ele era o seu Mestre.
Ele era tudo para eles.

E então, de repente, de forma inesperada, sem entender o por quê, Ele foi traído por um de seus próprios seguidores.
E quando Jesus disse na cruz: "Está consumado!", isso foi o que eles sentiram.

Tinha acabado.
O sonho tinha terminado.
O fim tinha chegado.

Mas isso foi, na verdade, apenas o começo.
Tudo estava indo de acordo com o plano, o plano de Deus.

A encarnação tinha como propósito a expiação.
Jesus nasceu para morrer para que pudéssemos viver.

Quando os sábios vieram e trouxeram seus presentes de ouro, incenso e mirra para o Menino Jesus, cada um daqueles presentes tinha um significado.

Eles trouxeram ouro, porque ele era um rei.
Trouxeram incenso, porque Ele seria o nosso sumo sacerdote, representando-nos diante de Deus.

E, finalmente, a mirra era um elemento usado no embalsamamento, porque Jesus morreria pelos pecados do mundo.

Muito tem sido dito sobre quem foi o responsável pela morte de Jesus Cristo.

Mas foi plano deliberado e bem pensado de Deus que Jesus morresse e ressuscitasse.



Greg Laurie 






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