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A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível

  A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível A solidão é, frequentemente, descrita como o mal do século. No entanto, muito antes de se tornar um tema central na psicologia moderna ou na sociologia contemporânea, a solidão já era uma questão profundamente enraizada na teologia e na filosofia religiosa. Mais especificamente, a "solidão da alma" — aquele vazio existencial que persiste mesmo em meio a multidões — tem sido interpretada não apenas como uma aflição, mas como um convite divino.  Neste artigo, exploraremos como duas grandes tradições de fé, o Judaísmo e o Protestantismo, compreendem a solidão da alma. Veremos como o silêncio, a aparente ausência de Deus e o isolamento existencial podem, paradoxalmente, ser o terreno mais fértil para uma aproximação genuína com o Criador, independentemente das circunstâncias visíveis. A Solidão Existencial e o Propósito Divino A sensação de estar sozinho no universo é uma experiência humana universal. No entanto, a espiritualidade ...

INFERNO

 Durante três anos, Jesus ensinou todos os que queriam ouvir. 

Parecia um brevíssimo período de tempo, considerando tudo o que aconteceu. 

Seu ensino variou de consolador a provocante, de parábolas a descrições de pessoas reais. 

Nessa ocasião, Jesus relatou a seguinte história verídica: “Havia um homem rico que se vestia de púrpura e de linho fino e vivia no luxo todos os dias. Diante do seu portão fora deixado um mendigo chamado Lázaro, coberto de chagas; este ansiava comer o que caía da mesa do rico. Até os cães vinham lamber suas feridas”. 

Lucas 16.19-21 

O Mendigo Morre 

“Chegou o dia em que o mendigo morreu, e os anjos o levaram para junto de Abraão.” Lucas 16.22

 Nesta história, junto de Abraão é equivalente ao céu e às vezes refere-se ao paraíso.

 O homem em questão era uma pessoa diferente do Lázaro da última história. 

Este Lázaro foi ao paraíso, não porque era pobre, mas porque confiou no Senhor. O Homem Rico Morre “…O rico também morreu e foi sepultado. No Hades, onde estava sendo atormentado, ele olhou para cima e viu Abraão de longe, com Lázaro ao seu lado. Então, chamou-o: ‘Pai Abraão, tem misericórdia de mim e manda que Lázaro molhe a ponta do dedo na água e refresque a minha língua, porque estou sofrendo muito neste fogo.’” 

Lucas 16.22-24 

O homem rico foi para o Hades, ou inferno, não porque era rico, mas porque ignorou Deus e viveu apenas para si mesmo enquanto estava na Terra. 

Ele rogou a Abraão por socorro. “Mas Abraão respondeu: ‘Filho, lembre-se de que durante a sua vida você recebeu coisas boas, enquanto que Lázaro recebeu coisas más. Agora, porém, ele está sendo consolado aqui e você está em sofrimento. E além disso, entre vocês e nós há um grande abismo, de forma que os que desejam passar do nosso lado para o seu, ou do seu lado para o nosso, não conseguem.’” Lucas 16.25-26

 É Definitivo A Palavra de Deus é clara ao dizer que uma pessoa só pode se arrepender, ter uma mudança de mente, enquanto estiver aqui na Terra. 

Após a morte, não há uma segunda chance nem maneira de escapar do inferno e ir para o céu. 

Aqueles que morrem e não têm um relacionamento correto com Deus permanecem separados dele para sempre. 

Nenhum trecho das Escrituras sugere que alguém pode escapar desse lugar de sofrimento. 

Embora o homem rico clamasse por um pouco de alívio de seu tormento e dor, não obteve nenhum. Só podemos receber misericórdia nesta vida. O rico continuou…

“Ele respondeu: ‘Então eu te suplico, pai: manda Lázaro ir à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos. Deixa que ele os avise, a fim de que eles não venham também para este lugar de tormento”’. 

Lucas 16.27-28 

Mesmo estando em terrível agonia, esse homem conseguiu se lembrar de sua vida na Terra. 

Ele sabia que seus cinco irmãos não eram justos diante de Deus e queria que fossem advertidos.

“Abraão respondeu: ‘Eles têm Moisés e os Profetas; que os ouçam’”. 

“‘Não, pai Abraão’, disse ele, ‘mas se alguém dentre os mortos fosse até eles, eles se arrependeriam.’”

 “Abraão respondeu: ‘Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão convencer, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos.’” Lucas 16.29-31 

Antes lemos sobre alguém que Jesus ressuscitou dos mortos.

 Apesar dessa grande demonstração de poder, muitos ainda não aceitaram a Jesus como seu Salvador e Rei. 

Em vez disso, planejaram matá-lo. 

A Escritura diz que se as pessoas se recusam a crer na mensagem de Salvação proclamada pelos profetas de Deus, elas… “…tampouco se deixarão convencer, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos”. Lucas 16.31 

A descrição do Hades, ou inferno, é quase igual à do Lago de Fogo. 

A Escritura diz que aqueles que entram no inferno já entraram na punição eterna.




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