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A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível

  A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível A solidão é, frequentemente, descrita como o mal do século. No entanto, muito antes de se tornar um tema central na psicologia moderna ou na sociologia contemporânea, a solidão já era uma questão profundamente enraizada na teologia e na filosofia religiosa. Mais especificamente, a "solidão da alma" — aquele vazio existencial que persiste mesmo em meio a multidões — tem sido interpretada não apenas como uma aflição, mas como um convite divino.  Neste artigo, exploraremos como duas grandes tradições de fé, o Judaísmo e o Protestantismo, compreendem a solidão da alma. Veremos como o silêncio, a aparente ausência de Deus e o isolamento existencial podem, paradoxalmente, ser o terreno mais fértil para uma aproximação genuína com o Criador, independentemente das circunstâncias visíveis. A Solidão Existencial e o Propósito Divino A sensação de estar sozinho no universo é uma experiência humana universal. No entanto, a espiritualidade ...

OS PERIGOS DA QUEIXA

 Não ponhamos o Senhor à prova [não tentemos sua paciência, não o avaliemos criticamente, nem exploremos sua bondade], como alguns deles já fizeram e pereceram pelas mordeduras das serpentes.

Nem murmureis, como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo exterminador (morte).

Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos [e aviso a nós] e foram escritas para advertência nossa [para nos qualificar para a atitude correta pela boa instrução], de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado (sua consumação e período conclusivo).

1 Coríntios 10.9-11

Nessa passagem, podemos rapidamente ver a diferença entre José e os israelitas. Ele não se queixou de forma alguma, e tudo o que eles fizeram foi lamentar-se sobre cada pequena coisa que não saía do jeito deles. A Bíblia é muito específica sobre os perigos de resmungar, censurar e queixar-se.

A mensagem é bastante clara. A queixa dos israelitas abriu a porta para o inimigo, que veio e os destruiu. Eles deveriam ter apreciado a bondade de Deus, mas não o fizeram e, então, eles pagaram o preço.

O relato dos seus sofrimentos foi escrito para nos mostrar o que acontece se nos comportarmos da forma como eles o fizeram.

Queixamo-nos com a boca se antes não tivermos nos queixado em pensamentos. Queixar-se é, definitivamente, uma Mentalidade de deserto que nos impedirá de atravessar para a Terra Prometida. Jesus é nosso exemplo e deveríamos fazer o que Ele fez.

Os israelitas queixaram-se e permaneceram no deserto. 

Jesus louvou e foi ressuscitado dos mortos. Nesse contraste podemos ver o poder do louvor e ações de graças e também o poder de queixar-se. Sim, queixar-se, resmungar, murmurar e censurar têm poder — mas é um poder negativo. Cada vez que entregamos nossa mente e nossos lábios a qualquer deles, estamos dando a Satanás um poder que Deus não o autorizou a ter.



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