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A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível

  A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível A solidão é, frequentemente, descrita como o mal do século. No entanto, muito antes de se tornar um tema central na psicologia moderna ou na sociologia contemporânea, a solidão já era uma questão profundamente enraizada na teologia e na filosofia religiosa. Mais especificamente, a "solidão da alma" — aquele vazio existencial que persiste mesmo em meio a multidões — tem sido interpretada não apenas como uma aflição, mas como um convite divino.  Neste artigo, exploraremos como duas grandes tradições de fé, o Judaísmo e o Protestantismo, compreendem a solidão da alma. Veremos como o silêncio, a aparente ausência de Deus e o isolamento existencial podem, paradoxalmente, ser o terreno mais fértil para uma aproximação genuína com o Criador, independentemente das circunstâncias visíveis. A Solidão Existencial e o Propósito Divino A sensação de estar sozinho no universo é uma experiência humana universal. No entanto, a espiritualidade ...

O SOFRIMENTO PACIENTE DE JOSÉ

Adiante deles enviou um homem, José, vendido como escravo. Cujos pés apertaram com grilhões e a quem puseram em ferros, Até cumprir-se a profecia[aos seus irmãos cruéis] a respeito dele, e tê-lo provado [e testado] a palavra do Senhor.

Salmo 105.17-19

Como um exemplo do Velho Testamento, pense sobre José, que foi injustamente maltratado por seus irmãos. 

Eles o venderam como escravo e disseram ao seu pai que ele havia sido morto por um animal selvagem. Nesse meio tempo, ele foi comprado por um homem rico chamado Potifar, que o levou para sua casa como escravo.

 Deus concedeu graça a José onde quer que fosse, e logo ele recebeu favor do seu senhor.

José continuou sendo promovido, mas outra coisa injusta lhe aconteceu. 

A esposa de Potifar tentou induzi-lo a ter um caso com ela, mas como era um homem íntegro, ele não quis nada com ela. 

Mentindo ao seu marido, ela disse que José a tinha atacado, o que o levou a ser preso por algo que não havia feito.

José tentou ajudar os outros o tempo todo em que esteve na prisão. 

Ele nunca se queixou e, como tinha uma atitude correta ao sofrer, Deus finalmente o libertou e promoveu. 

No final ele teve tanta autoridade no Egito que ninguém mais no país estava acima dele, exceto o próprio Faraó.

Deus também justificou José no que dizia respeito à situação com seus irmãos. 

Eles tiveram de vir a José para comprar comida quando toda a terra estava em um período de fome. 

Mais uma vez José demonstrou uma atitude piedosa não maltratando seus irmãos, ainda que merecessem. Ele lhes disse que o que eles haviam feito de mal Deus havia transformado em bem — que eles estavam nas mãos de Deus, não nas dele, e que ele não tinha o direito de fazer nada exceto abençoá-los

 (veja Gênesis capítulos 39-50).




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