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Neuroteologia: o que acontece no cérebro durante a oração e a meditação

  Neuroteologia: o que acontece no cérebro durante a oração e a meditação Existe um território fascinante onde a ciência e a espiritualidade deixam de ser adversárias e passam a dialogar como parceiras de investigação. Esse território tem nome: neuroteologia. Trata-se de um campo interdisciplinar que estuda, por meio de tecnologias de neuroimagem, o que acontece no cérebro humano durante experiências religiosas e espirituais, como a oração, a meditação, o transe místico e os estados contemplativos. Este texto tem como objetivo apresentar de forma clara, atualizada e responsável o que a ciência já sabe sobre o tema, sem reduzir o sagrado a uma simples reação química, mas também sem transformar a espiritualidade em pseudociência. O que é neuroteologia O termo neuroteologia foi popularizado pelo neurocientista Andrew Newberg e pelo antropólogo Eugene d'Aquili, pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a partir de estudos publicados no final dos anos 1990 e iníc...

O SOFRIMENTO PACIENTE DE JOSÉ

Adiante deles enviou um homem, José, vendido como escravo. Cujos pés apertaram com grilhões e a quem puseram em ferros, Até cumprir-se a profecia[aos seus irmãos cruéis] a respeito dele, e tê-lo provado [e testado] a palavra do Senhor.

Salmo 105.17-19

Como um exemplo do Velho Testamento, pense sobre José, que foi injustamente maltratado por seus irmãos. 

Eles o venderam como escravo e disseram ao seu pai que ele havia sido morto por um animal selvagem. Nesse meio tempo, ele foi comprado por um homem rico chamado Potifar, que o levou para sua casa como escravo.

 Deus concedeu graça a José onde quer que fosse, e logo ele recebeu favor do seu senhor.

José continuou sendo promovido, mas outra coisa injusta lhe aconteceu. 

A esposa de Potifar tentou induzi-lo a ter um caso com ela, mas como era um homem íntegro, ele não quis nada com ela. 

Mentindo ao seu marido, ela disse que José a tinha atacado, o que o levou a ser preso por algo que não havia feito.

José tentou ajudar os outros o tempo todo em que esteve na prisão. 

Ele nunca se queixou e, como tinha uma atitude correta ao sofrer, Deus finalmente o libertou e promoveu. 

No final ele teve tanta autoridade no Egito que ninguém mais no país estava acima dele, exceto o próprio Faraó.

Deus também justificou José no que dizia respeito à situação com seus irmãos. 

Eles tiveram de vir a José para comprar comida quando toda a terra estava em um período de fome. 

Mais uma vez José demonstrou uma atitude piedosa não maltratando seus irmãos, ainda que merecessem. Ele lhes disse que o que eles haviam feito de mal Deus havia transformado em bem — que eles estavam nas mãos de Deus, não nas dele, e que ele não tinha o direito de fazer nada exceto abençoá-los

 (veja Gênesis capítulos 39-50).




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