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A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível

  A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível A solidão é, frequentemente, descrita como o mal do século. No entanto, muito antes de se tornar um tema central na psicologia moderna ou na sociologia contemporânea, a solidão já era uma questão profundamente enraizada na teologia e na filosofia religiosa. Mais especificamente, a "solidão da alma" — aquele vazio existencial que persiste mesmo em meio a multidões — tem sido interpretada não apenas como uma aflição, mas como um convite divino.  Neste artigo, exploraremos como duas grandes tradições de fé, o Judaísmo e o Protestantismo, compreendem a solidão da alma. Veremos como o silêncio, a aparente ausência de Deus e o isolamento existencial podem, paradoxalmente, ser o terreno mais fértil para uma aproximação genuína com o Criador, independentemente das circunstâncias visíveis. A Solidão Existencial e o Propósito Divino A sensação de estar sozinho no universo é uma experiência humana universal. No entanto, a espiritualidade ...

NOSSO REINO

 "O meu Reino não é deste mundo. Se fosse, os meus servos lutariam para impedir que os judeus me prendessem. Mas agora o meu Reino não é daqui" (João 18:36)


Tantas vezes o mundo distorce o que os cristãos dizem.

Tira conclusões erradas porque não se dispõe a ouvir atentamente a mensagem do evangelho.

Jesus disse: "O meu Reino não é deste mundo.

Se fosse, os meus servos lutariam para impedir que os judeus me prendessem.

Mas agora o meu Reino não é daqui" 
(João 18:36).

Os primeiros cristãos foram insultados e criticados pelo que faziam - e até acusados de traição.

Insinuava-se que estivessem defendendo, na verdade, a derrubada de César, o que não era verdade.

Houve um completo mal-entendido sobre quais eram realmente os objetivos dos cristãos.

Qualquer um que ouvisse atentamente um pouco do que eles diziam, perceberia facilmente que aqueles cristãos não buscavam estabelecer um reino na terra.

Eles não pretendiam derrubar César nem tampouco Roma.

Vale notar, porém, que os cristãos do primeiro século não fizeram tentativa alguma de vencer o paganismo com reações de revide.

Ao contrário, superaram os descrentes em pensamentos, orações e vida.

Suas armas foram positivas e não negativas.

Eles oraram, pregaram e proclamaram a mensagem do evangelho.

Como resultado, aqueles cristãos tiveram impacto dramático sobre o seu mundo.

No fim, prevaleceram.

Olhando em retrospectiva, onde está Roma hoje?

Já não é uma potência mundial.

Lembramo-nos dos nomes dos grandes imperadores romanos?

Da maior parte, não.

Houve ao longo da história numerosas tentativas de destruir a fé cristã.

Mas todas elas fracassaram e sempre vão fracassar por uma razão muito simples: o cristianismo é Cristo.

Ele vai prevalecer no fim e estabelecer o Seu reino.

E por estarmos com Ele, também venceremos no final.



Fonte: Greg Laurie 

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