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A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível

  A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível A solidão é, frequentemente, descrita como o mal do século. No entanto, muito antes de se tornar um tema central na psicologia moderna ou na sociologia contemporânea, a solidão já era uma questão profundamente enraizada na teologia e na filosofia religiosa. Mais especificamente, a "solidão da alma" — aquele vazio existencial que persiste mesmo em meio a multidões — tem sido interpretada não apenas como uma aflição, mas como um convite divino.  Neste artigo, exploraremos como duas grandes tradições de fé, o Judaísmo e o Protestantismo, compreendem a solidão da alma. Veremos como o silêncio, a aparente ausência de Deus e o isolamento existencial podem, paradoxalmente, ser o terreno mais fértil para uma aproximação genuína com o Criador, independentemente das circunstâncias visíveis. A Solidão Existencial e o Propósito Divino A sensação de estar sozinho no universo é uma experiência humana universal. No entanto, a espiritualidade ...

SERVO FIEL

 "Muito bem, meu bom servo!", respondeu o seu senhor. "Por ter sido confiável no pouco, governe sobre dez cidades" (Lucas 19:17)

Jesus contou uma estória sobre um rei que ia sair e retornaria depois de um tempo.

Ele então instruiu seus servos a investirem uma soma de dinheiro que ele lhes havia confiado durante o tempo em que estivesse fora.

Esses servos se encaixam em uma das três categorias: o super fiel, o menos fiel e o infiel.

Cada um dos três recebeu o equivalente a 100 dias de salário para um trabalhador da época.

Não nos é dito como o servo super fiel foi capaz de fazer dez vezes mais do que os outros, mas ele parecia não ter qualquer limitação.

Ele apenas foi em frente e conseguiu.

O servo menos fiel também foi em frente, mas era mais conservador.

Mesmo assim, ele ainda merece elogio.

O servo infiel, todavia, não apenas foi totalmente improdutivo como também teve a audácia de culpar seu mestre por suas deficiências.

Hoje, existem pessoas na igreja como esses servos.

Alguns tomam riscos para o reino de Deus e realizam grandes coisas para Ele.

Outros são mais conservadores e mais cautelosos em seu serviço.

E há outros que têm um conceito equivocado de quem é Deus.

Pensam que Ele é injusto e exigente e são motivados mais pelo medo do que por amor.

Não entendem Deus como Ele é apresentado nas Escrituras.

Nosso principal motivo para servir a Deus deve ser o amor.

Como o apóstolo Paulo disse: "Pois o amor de Cristo nos constrange" (ver 2 Coríntios 5:14).

O fato é que alguns cristãos têm incendiado o mundo, enquanto outros ainda procuram uma caixa de fósforos.

Se você não tem um propósito na vida, então vai jogá-la fora.

Portanto, qual é o seu propósito?

No que você tem se focado?

O que você está fazendo com a sua vida?

O que está fazendo por amor a Deus?




Greg Laurie

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