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A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível

  A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível A solidão é, frequentemente, descrita como o mal do século. No entanto, muito antes de se tornar um tema central na psicologia moderna ou na sociologia contemporânea, a solidão já era uma questão profundamente enraizada na teologia e na filosofia religiosa. Mais especificamente, a "solidão da alma" — aquele vazio existencial que persiste mesmo em meio a multidões — tem sido interpretada não apenas como uma aflição, mas como um convite divino.  Neste artigo, exploraremos como duas grandes tradições de fé, o Judaísmo e o Protestantismo, compreendem a solidão da alma. Veremos como o silêncio, a aparente ausência de Deus e o isolamento existencial podem, paradoxalmente, ser o terreno mais fértil para uma aproximação genuína com o Criador, independentemente das circunstâncias visíveis. A Solidão Existencial e o Propósito Divino A sensação de estar sozinho no universo é uma experiência humana universal. No entanto, a espiritualidade ...

DÊEM GRAÇAS

 "Dêem graças ao Senhor porque ele é bom; o seu amor dura para sempre." (Salmos 118:1)

Das profundezas de suas perdas e de um coração quebrantado, a Bíblia nos fala que Jó adorou a Deus: "Saí nu do ventre da minha mãe, e nu partirei.

O Senhor o deu, o Senhor o levou; louvado seja o nome do Senhor ".

(Jó 1:21) Se você só adora ao Senhor quando se sente bem, você não irá adorar com muita frequência.

Sempre haverá algo: uma tragédia, uma doença, ou problemas com seus filhos.

O que quer que seja, você deve louvar a Deus independente do modo como se sente.

Afinal de contas, a Bíblia não nos fala "Agradeça a Deus somente quando se sentir bem".

Ao contrário, a Bíblia diz: "Dêem graças ao Senhor porque ele é bom" (Salmos 118:1).

Deus estava lá para Jó e Ele estará lá por você.

Aquele que permitiu a tempestade é também a proteção que nela encontramos.

Aquele que permitiu a tempestade estava nela.

E o que quer que ocorra em sua vida, ou veio de Deus ou teve a Sua permissão.

Deus não criou o sofrimento de Jó, mas Ele o permitiu.

Não sabemos a razão para isso, mas sabemos que boas coisas vieram disso.

Ao final do livro de Jó, vimos que aquilo que Jó perdeu lhe foi restaurado em maior proporção.

Não foi um final arranjado como os que vemos nos filmes de Hollywood.

Jó sofreu.

Jó enterrou seus filhos.

Mesmo assim, Deus estava com ele em todos os momentos.

Deus lhe deu a força para passar por tudo e Ele nos dará a força para passarmos por nossas tragédias.

Louve a Deus pois Ele é digno de nossa adoração, independente de nossas circunstâncias.

Foi isso que Jó fez e é isso que nós também devemos fazer.




Greg Laurie 

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