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A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível

  A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível A solidão é, frequentemente, descrita como o mal do século. No entanto, muito antes de se tornar um tema central na psicologia moderna ou na sociologia contemporânea, a solidão já era uma questão profundamente enraizada na teologia e na filosofia religiosa. Mais especificamente, a "solidão da alma" — aquele vazio existencial que persiste mesmo em meio a multidões — tem sido interpretada não apenas como uma aflição, mas como um convite divino.  Neste artigo, exploraremos como duas grandes tradições de fé, o Judaísmo e o Protestantismo, compreendem a solidão da alma. Veremos como o silêncio, a aparente ausência de Deus e o isolamento existencial podem, paradoxalmente, ser o terreno mais fértil para uma aproximação genuína com o Criador, independentemente das circunstâncias visíveis. A Solidão Existencial e o Propósito Divino A sensação de estar sozinho no universo é uma experiência humana universal. No entanto, a espiritualidade ...

AMOR INFINITO

 "Como é precioso o teu amor, ó Deus! Os homens encontram refúgio à sombra das tuas asas." (Salmos 36:7)

Nada "derrete" mais o coração dos pais do que verem seus filhos ou netos dizerem voluntariamente "eu te amo".

E Deus quer a mesma coisa de nós.

Deus quer que O amemos por livre e espontânea vontade e não porque simplesmente devemos fazer isso.

Precisamos entender que Deus não criou o mal, mas nos criou com a habilidade de escolher.

E muitas das coisas que consideramos más neste mundo foram trazidas pelas próprias pessoas, que fazem escolhas erradas ao negligenciar o que Deus diz.

Quando Deus criou Adão e Eva, Ele os colocou em um verdadeiro paraíso e lhes deu a habilidade de fazer escolhas, aquela qualidade especial que Deus nos dá para que possamos decidir entre o que é certo e o que é errado.

Impressiona-me muito o fato de que Adão e Eva estavam no Jardim do Éden, entre provavelmente milhares e milhares de árvores para escolher e foram justamente se interessar por aquela cujo fruto Deus os havia alertado para não comer (veja Gênesis 3).

Esse fato diz respeito diretamente a mim e a você.

Se você não acredita em mim, diga a qualquer criança: "Seja lá o que fizer, não entre naquela sala".

No momento em que você vira as costas, já sabe o que vai acontecer.

Então podemos escolher entre amar ou não amar a Deus.

Ele nos deu essa escolha.

Se você falasse para seu filho: "Diga que você me ama ou nunca mais vou dar-lhe comida", que tipo de amor seria esse?

Ou se você compra uma boneca eletrônica que está programada para dizer "eu te amo" cada vez que você aperta um botão, quão verdadeiro seria o amor proveniente dessas palavras?

Deus quer que O amemos a partir de nossas próprias escolhas.




Greg Laurie

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