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A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível

  A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível A solidão é, frequentemente, descrita como o mal do século. No entanto, muito antes de se tornar um tema central na psicologia moderna ou na sociologia contemporânea, a solidão já era uma questão profundamente enraizada na teologia e na filosofia religiosa. Mais especificamente, a "solidão da alma" — aquele vazio existencial que persiste mesmo em meio a multidões — tem sido interpretada não apenas como uma aflição, mas como um convite divino.  Neste artigo, exploraremos como duas grandes tradições de fé, o Judaísmo e o Protestantismo, compreendem a solidão da alma. Veremos como o silêncio, a aparente ausência de Deus e o isolamento existencial podem, paradoxalmente, ser o terreno mais fértil para uma aproximação genuína com o Criador, independentemente das circunstâncias visíveis. A Solidão Existencial e o Propósito Divino A sensação de estar sozinho no universo é uma experiência humana universal. No entanto, a espiritualidade ...

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 Ilustração: Um homem nadando para atravessar um rio foi arrastado por uma forte correnteza.

 Debatendo-se, gritou por socorro. Muitas pessoas estavam observando, mas ninguém era capaz de ajudar o homem que estava se afogando, exceto um forte nadador. 

As pessoas na margem insistiam para que esse salva-vidas fosse ajudar o homem que estava se afogando. 

Mas ele não reagia. 

Ficou assistindo enquanto a luta pela sobrevivência tornava-se mais e mais desesperada.

 Finalmente, quando o homem estava completamente exausto, o nadador competente mergulhou na água e puxou-o para a beira.

 Quando as pessoas criticaram o salvador por ter esperado tanto, ele respondeu: “O homem que estava se afogando nunca teria permitido que eu o ajudasse enquanto tivesse alguma força em si mesmo. Eu só poderia salvá-lo quando ele desistisse de tentar se salvar."

 1 Conclusão: o primeiro passo para aproximar-se de Deus é reconhecer que você é um pecador, incapaz de salvar a si mesmo das consequências eternas do pecado.

 Se o Senhor tivesse apresentado sua lição desta forma, quase poderíamos ouvir os israelitas gritando de frustração: “Mas Deus, o Senhor já tratou desse assunto. Nós já sabemos isso!”. 

Talvez Deus respondesse: “Sim, eu sei, mas este é exatamente o ponto que eu quero que vocês entendam. O primeiro passo para ser aceito por mim é reconhecerem que são pecadores incapazes. Eu posso resgatar somente aqueles que desistem de tentar salvar a si mesmos”. 

A lição acima pode ser imaginária, mas a aplicação é um fato. 

É o que a Escritura ensina constantemente.

 Agora vamos um passo adiante. Disse o Senhor a Moisés: “Diga aos israelitas que me tragam uma oferta. Receba-a de todo aquele cujo coração o compelir a dar. E farão um santuário para mim, e eu habitarei no meio deles”. 

Êxodo 25.1-2,8



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