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A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível

  A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível A solidão é, frequentemente, descrita como o mal do século. No entanto, muito antes de se tornar um tema central na psicologia moderna ou na sociologia contemporânea, a solidão já era uma questão profundamente enraizada na teologia e na filosofia religiosa. Mais especificamente, a "solidão da alma" — aquele vazio existencial que persiste mesmo em meio a multidões — tem sido interpretada não apenas como uma aflição, mas como um convite divino.  Neste artigo, exploraremos como duas grandes tradições de fé, o Judaísmo e o Protestantismo, compreendem a solidão da alma. Veremos como o silêncio, a aparente ausência de Deus e o isolamento existencial podem, paradoxalmente, ser o terreno mais fértil para uma aproximação genuína com o Criador, independentemente das circunstâncias visíveis. A Solidão Existencial e o Propósito Divino A sensação de estar sozinho no universo é uma experiência humana universal. No entanto, a espiritualidade ...

RAIVA

 Esteja sobre nós a bondade do nosso Deus soberano.

Consolida. para nós, a obra de nossas mãos; consolida a obra de nossas mãos!

Salmos 90:17


Raiva. É uma emoção perculiar,  Ainda que previsível. Ela começa como uma gota. 

Uma irritação. Uma frustração. 

Nada muito grande, só uma irritação. 

Alguém para na sua vaga no estacionamento. um garçom lento quando você está com pressa. Pingo. Pingo. Pingo.

 E aguente várias dessas gotas de raiva, aparentemente inocentes, e logo você já está cheio de raiva... 

Agora, isto é forma de se viver?... A raiva nunca fez nada de bom.




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