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A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível

  A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível A solidão é, frequentemente, descrita como o mal do século. No entanto, muito antes de se tornar um tema central na psicologia moderna ou na sociologia contemporânea, a solidão já era uma questão profundamente enraizada na teologia e na filosofia religiosa. Mais especificamente, a "solidão da alma" — aquele vazio existencial que persiste mesmo em meio a multidões — tem sido interpretada não apenas como uma aflição, mas como um convite divino.  Neste artigo, exploraremos como duas grandes tradições de fé, o Judaísmo e o Protestantismo, compreendem a solidão da alma. Veremos como o silêncio, a aparente ausência de Deus e o isolamento existencial podem, paradoxalmente, ser o terreno mais fértil para uma aproximação genuína com o Criador, independentemente das circunstâncias visíveis. A Solidão Existencial e o Propósito Divino A sensação de estar sozinho no universo é uma experiência humana universal. No entanto, a espiritualidade ...

DISTÂNCIA

 "Mas Pedro o seguiu de longe até o pátio do sumo sacerdote, entrou e sentou-se com os guardas, para ver o que aconteceria." (Mateus 26:58)

Uma série de fatores levou Pedro a negar Cristo.

O primeiro foi sua autoconfiança.

O segundo foi seguir à distância.

O terceiro foi se relacionar com as pessoas erradas.

Em Lucas 22:55, vemos Pedro se aquecendo na fogueira no jardim de Caifás (que queria matar Jesus) - podemos chamar isso de: O Fogo do Inimigo.

Nesse momento Pedro estava desgastado, cansado e fraco.

Ele estava vulnerável, e o pior lugar que poderia estar era junto ao fogo rodeado por pessoas que não criam em Jesus.

O Evangelho de Mateus nos diz que Pedro estava ali para ver como as coisas acabariam.

Ele estava abrindo mão daquilo que Jesus lhe havia prometido.

Não havia nada que ele sentia que poderia fazer, então ele estava apenas sentado ali.

Estava com as pessoas erradas, no lugar errado e na hora errada, prestes a fazer a coisa errada.

É por isso que precisamos estar muito atentos sobre quem são as pessoas com as quais passamos nosso tempo livre.

Pensamos que estamos influenciando os outros, mas a pergunta é: eles não estão nos influenciando também?

Achamos que os estamos animando, quando talvez eles é que estejam nos colocando pra trás.

É isso que o Salmo 1:1 diz: "Como é feliz aquele que não segue o conselho dos ímpios, não imita a conduta dos pecadores, nem se assenta na roda dos zombadores!".

Você percebeu a progressão aqui?

Primeiro é seguir, depois imitar, depois se assentar.

Quando caímos em pecado, geralmente é devido à uma sequência de etapas.

E quando andamos com as pessoas erradas nos lugares errados, provavelmente vamos acabar fazendo coisas erradas.




Greg Laurie

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