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A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível

  A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível A solidão é, frequentemente, descrita como o mal do século. No entanto, muito antes de se tornar um tema central na psicologia moderna ou na sociologia contemporânea, a solidão já era uma questão profundamente enraizada na teologia e na filosofia religiosa. Mais especificamente, a "solidão da alma" — aquele vazio existencial que persiste mesmo em meio a multidões — tem sido interpretada não apenas como uma aflição, mas como um convite divino.  Neste artigo, exploraremos como duas grandes tradições de fé, o Judaísmo e o Protestantismo, compreendem a solidão da alma. Veremos como o silêncio, a aparente ausência de Deus e o isolamento existencial podem, paradoxalmente, ser o terreno mais fértil para uma aproximação genuína com o Criador, independentemente das circunstâncias visíveis. A Solidão Existencial e o Propósito Divino A sensação de estar sozinho no universo é uma experiência humana universal. No entanto, a espiritualidade ...

Mas quem é você?

 "Mas quem é você, ó homem, para questionar a Deus? Acaso aquilo que é formado pode dizer ao que o formou: Por que me fizeste assim?" (Romanos 9:20)

Havia uma sensação de que algo grande iria acontecer no dia em que Jesus entrou em Jerusalém montado em um jumento.

A multidão pensava que o Reino de Deus se manifestaria de imediato (Lucas 19:11).

As Escrituras, sim, ensinam que o Messias virá e estabelecerá o Seu reino na terra.

Isso continua sendo um evento futuro.

Mas as Escrituras também ensinam, como em Salmos 22 e Isaías 53, que o Messias primeiro viria para sofrer e morrer pelos pecados do mundo.

Mas esse conceito estava muito ausente nas pessoas daquele tempo.

Elas queriam Jesus como seu rei, desde que fosse da forma que desejavam.

Queriam um Salvador e um Messias que agiria de acordo com os seus planos, ao invés dos planos d"Ele.

Eles queriam que Jesus destruísse Roma - e não seus inúmeros pecados e sua hipócrita e superficial religião.

Há pessoas assim nos dias de hoje.

Elas cantarão músicas sobre um Jesus que lhes dará riqueza, sucesso e felicidade.

Mas, ao mesmo tempo, resistem à ideia de um Deus que pede obediência, compromisso e sacrifício.

Elas gostam de Deus desde que Ele se encaixe em seus planos.

E no momento em que Ele faz algo que elas não gostam, logo ficam descontentes com Ele.

Não há problemas em dizermos que não entendemos Deus.

Não há problemas em perguntarmos "Por quê, Deus?

Mas não temos o direito de ficar bravos com Ele.

Isso é ridículo.

Quem somos nós para discutirmos com Deus?

Como Chuck Swindoll diz, "Deus é capaz de fazer o que O agrada quando e com quem Ele quiser".

Isso é chamado de soberania de Deus.

Nós nem sempre gostamos, porque nem sempre é o que queremos.

Mas Deus pode fazer o que Ele quiser quando Ele quiser.




Greg Laurie

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