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A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível

  A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível A solidão é, frequentemente, descrita como o mal do século. No entanto, muito antes de se tornar um tema central na psicologia moderna ou na sociologia contemporânea, a solidão já era uma questão profundamente enraizada na teologia e na filosofia religiosa. Mais especificamente, a "solidão da alma" — aquele vazio existencial que persiste mesmo em meio a multidões — tem sido interpretada não apenas como uma aflição, mas como um convite divino.  Neste artigo, exploraremos como duas grandes tradições de fé, o Judaísmo e o Protestantismo, compreendem a solidão da alma. Veremos como o silêncio, a aparente ausência de Deus e o isolamento existencial podem, paradoxalmente, ser o terreno mais fértil para uma aproximação genuína com o Criador, independentemente das circunstâncias visíveis. A Solidão Existencial e o Propósito Divino A sensação de estar sozinho no universo é uma experiência humana universal. No entanto, a espiritualidade ...

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 “Não tomarás em vão o nome do Senhor, o teu Deus, pois o Senhor não deixará impune quem tomar o seu nome em vão.” Êxodo 20.7 

Deus disse ao homem que Ele deveria sempre ser respeitado. Como o Soberano Deus, nem mesmo seu nome deveria ser usado levianamente.

 Como o Juiz de toda a Terra, merece reverência. Como Rei, é digno de nossa maior honra. 

Para ser justo, é necessário honrar o Deus Altíssimo. 

Se você alguma vez usou o nome de Deus de maneira leviana, então quebrou este mandamento. 

Se alguma vez disse:

 “ Se Deus quiser farei assim e assado”, mas sem a intenção de cumprir sua palavra, então você desrespeitou o nome de Deus e quebrou este mandamento. 

Se você alguma vez disse:

“Juro por Deus que eu não fiz!”, quando sabia que era culpado, então você fez mau uso do nome de Deus.

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