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A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível

  A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível A solidão é, frequentemente, descrita como o mal do século. No entanto, muito antes de se tornar um tema central na psicologia moderna ou na sociologia contemporânea, a solidão já era uma questão profundamente enraizada na teologia e na filosofia religiosa. Mais especificamente, a "solidão da alma" — aquele vazio existencial que persiste mesmo em meio a multidões — tem sido interpretada não apenas como uma aflição, mas como um convite divino.  Neste artigo, exploraremos como duas grandes tradições de fé, o Judaísmo e o Protestantismo, compreendem a solidão da alma. Veremos como o silêncio, a aparente ausência de Deus e o isolamento existencial podem, paradoxalmente, ser o terreno mais fértil para uma aproximação genuína com o Criador, independentemente das circunstâncias visíveis. A Solidão Existencial e o Propósito Divino A sensação de estar sozinho no universo é uma experiência humana universal. No entanto, a espiritualidade ...

PACTO

 




Eu sou o Senhor, o teu Deus…

Não terás outros deuses além de mim. Êxodo 20.2-3 

O Senhor estava ordenando que não adorassem nada ou ninguém mais. A razão apresentada era clara: “Eu sou o Senhor, e não há nenhum outro; além de mim não há Deus.” Isaías 45.5

Em geral as pessoas se sentem tranquilas, pensando que guardam este mandamento por não cultuarem um deus pagão. Mas a implicação do mandamento é este: se família, amigos, guias espirituais, status, trabalho, aparência, dinheiro, recreação, aposentadoria

 — qualquer coisa ou qualquer pessoa — para você for mais importante do que Deus, então você quebrou este mandamento.

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