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A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível

  A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível A solidão é, frequentemente, descrita como o mal do século. No entanto, muito antes de se tornar um tema central na psicologia moderna ou na sociologia contemporânea, a solidão já era uma questão profundamente enraizada na teologia e na filosofia religiosa. Mais especificamente, a "solidão da alma" — aquele vazio existencial que persiste mesmo em meio a multidões — tem sido interpretada não apenas como uma aflição, mas como um convite divino.  Neste artigo, exploraremos como duas grandes tradições de fé, o Judaísmo e o Protestantismo, compreendem a solidão da alma. Veremos como o silêncio, a aparente ausência de Deus e o isolamento existencial podem, paradoxalmente, ser o terreno mais fértil para uma aproximação genuína com o Criador, independentemente das circunstâncias visíveis. A Solidão Existencial e o Propósito Divino A sensação de estar sozinho no universo é uma experiência humana universal. No entanto, a espiritualidade ...

NATUREZA DE DEUS

 



Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne.

Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os o observeis.

Ezequiel 36.26-27

Como cristãos, temos uma nova natureza que é, na verdade, a natureza de Deus depositada em nós no novo nascimento.

Podemos ver nessa passagem que Deus sabia que, se tínha-mos de prestar atenção às suas ordenanças e caminhar em seus estatutos, ele teria de nos dar seu Espírito e um novo coração (e mente). 

Romanos 8.6 

fala da mente da carne e da mente do Espírito e nos diz que a morte é resultado de se seguir a mente da carne e a vida é o resultado de se seguir a mente do Espírito.

Faríamos um tremendo progresso simplesmente aprendendo a discernir entre vida e morte.

Se alguma coisa está lhe ministrando morte, não continue a fazer isso. Quando certas linhas de pensamento o enchem de morte, você sabe imediatamente que essa não é a mente do Espírito.

Para ilustrar, vamos dizer que eu esteja pensando em uma injustiça que sofri por causa de outra pessoa e comece a ficar irrita-da.

 Começo a pensar no quanto não gosto daquela pessoa. Se eu for perspicaz, notarei que estou sendo cheia com morte. 

Estou ficando irritada, tensa,estressada — posso até mesmo estar experi-mentando desconforto físico. 

Dor de cabeça, dor de estômago e fadiga inexplicável podem ser fruto da forma errada de pensar. 

Por outro lado, se eu estiver pensando em como sou abençoada e em como Deus tem sido bom para mim, também perceberei que estou sendo cheia com vida.

E muito útil que um crente aprenda a discernir vida e morte dentro dele. Jesus tomou as providências para que fôssemos cheios 

de vida, colocando Sua mente em nós. Podemos escolher fluir na mente de Cristo.

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