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A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível

  A Solidão da Alma e o Encontro com o Invisível A solidão é, frequentemente, descrita como o mal do século. No entanto, muito antes de se tornar um tema central na psicologia moderna ou na sociologia contemporânea, a solidão já era uma questão profundamente enraizada na teologia e na filosofia religiosa. Mais especificamente, a "solidão da alma" — aquele vazio existencial que persiste mesmo em meio a multidões — tem sido interpretada não apenas como uma aflição, mas como um convite divino.  Neste artigo, exploraremos como duas grandes tradições de fé, o Judaísmo e o Protestantismo, compreendem a solidão da alma. Veremos como o silêncio, a aparente ausência de Deus e o isolamento existencial podem, paradoxalmente, ser o terreno mais fértil para uma aproximação genuína com o Criador, independentemente das circunstâncias visíveis. A Solidão Existencial e o Propósito Divino A sensação de estar sozinho no universo é uma experiência humana universal. No entanto, a espiritualidade ...

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Respondeu-lhe o Senhor: “Passe à frente do povo. Leve com você algumas nós, aos nossos filhos e aos nossos rebanhos?”

 Então Moisés clamou ao Senhor: “Que farei com este povo? Estão a ponto de apedrejar-me!”  Êxodo 17.1-4

 Água. Às vezes vemos uma interpretação artística desse milagre. 

Moisés é retratado em pé ao lado de uma rocha, segurando um cajado, com uma pequena fonte de água, parecida com o jato da torneira de sua cozinha, jorrando pelo chão.

 Na verdade, deve ter sido uma torrente. Havia uma multidão de pessoas sedentas e ainda todo o seu rebanho.

 Não era um gotejamento, mas uma poderosa torrente! 

A Bíblia diz: Ele fendeu a rocha, e jorrou água, que escorreu como um rio pelo deserto. Salmo 105.41

Novamente, o Senhor supriu as necessidades do povo, ainda que realmente não o merecessem. 

Deus, como seu Criador-Proprietário, poderia tê-los punido pela sua contínua incredulidade e desobediência.

 Afinal, o pecado tem consequências. 

Mas Deus foi paciente e gentil. Mostrou-lhes graça — bondade imerecida. 

Como pecador, o homem não merece o amor bondoso de Deus, mas Deus cuida do homem apesar de seu pecado.


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